Entrei como aprendiz na operação e cheguei aos dados pelo caminho mais comum: os
números de que a área precisava não existiam, e alguém tinha que construí-los. Hoje
desenvolvo pipelines ETL em larga escala sobre Databricks e Spark, modelos preditivos
para projeção de indicadores operacionais e as automações que tiraram do caminho o
trabalho manual repetitivo.
Meu interesse está menos no modelo e mais no que sustenta o modelo: definição única de
métrica, carga que pode ser reexecutada sem duplicar dado, log de falha que diz o que
quebrou, consulta que não derruba o cluster. É o que separa um painel bonito de uma
base em que as pessoas confiam para decidir alocação, prazo e capacidade.
Sou pós-graduado em Inteligência Artificial e Ciência de Dados pelo
Centro Universitário IBMR e tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação
pela UNIFAEL. Também escrevo ferramentas web internas quando a alternativa é mais uma
planilha compartilhada.